Com todo o meu mal eu faço o bem das palavras e a fé passa a ficar mais forte de acordo com a energia que toma conta do meu ser, o amargo é forte e seco de acordo com a rinha que estamos bicando, nos machuca e é proibido, mas gostamos.
Procurar o conhecimento em sua forma abstrata, faz de nós guerreiros da ouvidoria do mundo, como uns telemarketings da filosofia cotidiana, tomando um café ou cerveja querem apenas relaxar o gosto celeste da futura era glacial.
Nas traves e esquinas, chapéus fazem o papel de guardar as idéias para que não vaguem pelo infinito do prazer escrito, sugaremos com excitação e com amor; o mel sentirá o sabor amargo do olho cego e atenderemos você com o maior prazer.
Somos tubulações amorosas, prazeres de obstáculos ferozes com todo o sentimento do ódio sentido nas palavras do afeto surdo.
R. Davoglio
Revisado por Chu Mataveli