Sem mi longas Argentinas, sem malandragem Brasileira, somente uvas Chilenas e uma porção de queijo vagabundo, quero apenas degustar da boa e velha musica, contemplar o velho mundo e entrar de cabeça na arte moderna das Américas.
Gosto do novo e do abstrato, sempre será assim, sim como não, pois sempre dizemos que sim para revelar o não, ONGs com fim lucrativo e que não pagam taxas, mas possuem lucros, esse como uma viola caipira.
Olho a quantidade e vejo pouca qualidade, só vejo desespero nos olhos fundos da escravidão, vejo uma evolução lenta que me faz pensar rápido; trago a vida para dentro da minha alma e levo o que está dentro direto para você, lutando de forma arbitrária e não chata, ela é seletiva, menos amigos e mais críticos.
Tento não forçar a barra e apenas ajudar uma micro evolução que agrega valores mais intelectuais e menos morais diante uma sociedade demagoga; é a procura do conhecimento.
As overdoses dos meus ídolos querem inteligência, quero ver o pássaro da sabedoria voando em meus pensamentos mesmo sem saber sua origem, quero apenas os benefícios de viver numa sociedade politizada, mesmo sem ter tido as melhores escolas e professores.
O interesse de fazer tudo pela metade é o medo de estragar o que se faz inteiro, ame a metade e só sugue o que for necessário para repor a energia que gasta com o inteiro, um dia acordaremos e veremos o mundo em uma forma quadrada; pontas e esquinas que desejaram correr em círculos para medir o espaço e tempo, sem saber no final quanto vai custar o seu copo cheio de cachaça vagabunda, sem saber o valor do ar que você respira.
Reciclaremos a mente de todos aqueles que todos o dias esquecem do viver de hoje e agradam o amanhã de ontem, Brooklyn ou Bela Vista??? No mundo tudo é todos e todos não são nada, e se você não tiver parado na contra mão, o mundo será seu, moedas de ouro também foram criação de Deus, pois foi seu filho quem as fez.
R. Davoglio
Revisado por Chu Mataveli